UNIFESP campus Diadema apresenta o projeto chamado COSMÉTICOS E SAÚDE PÚBLICA: AVALIAÇÃO NEUROSSENSORIAL DA AUTOESTIMA EM MULHERES APÓS UTILIZAÇÃO DE MAQUIAGEM

Pensando em como a autoestima faz parte de uma avaliação subjetiva do sujeito sobre si mesmo, de forma positiva ou negativa, ela pode afetar diretamente no trabalho, estudos, vida social e etc.
Essa forma de nos enxergar está inclusive ligada ao nosso emocional, influenciando no modo em como nos relacionamos consigo mesmo e com quem está ao nosso redor, podendo gerar até mesmo sintomas depressivos.

A imagem diz muito sobre quem somos, e nossa autoimagem (o que vemos de nós mesmos) tem grande impacto na autoestima. Uma auto imagem negativa pode levar à uma baixa autoestima. Sendo assim, nossa autoimagem anda muito ligada à beleza e ao fator "se sentir bonita", que afeta diretamente nossa autoestima.
Experiências com o estímulo aos autocuidados envolvendo a aparência têm sugerido que esse pode ser um caminho valioso, visto a sua baixa complexidade e potencial de custos extremamente baixos para os serviços de saúde. O aumento de autoestima pode interferir positivamente no bem-estar, que por sua vez é benéfico à saúde.
O propósito deste trabalho será avaliar, utilizando o Teste do Espelho (Mirror Test) e o Eye Tracking, (realizado pelo aluno de IC) além de análises bioquimicas e neurosensoriais, o impacto da maquiagem de uso regular na autoestima das mulheres, de forma a gerar indicadores que possam reforçar os indícios existentes no aumento da autoestima e por consequência, no bem-estar e também estimular o aprofundamento de estudos sobre o tema.

Espera-se, com isso, demonstrar que a adoção de cuidados pessoais por meio do uso regular de cosméticos é capaz de reduzir a presença de sintomas depressivos leves em pessoas não diagnosticadas formalmente como depressivas e não usuárias de medicamentos com efeito sobre o sistema nervoso central, sugerindo assim benefícios potenciais para:
- Pessoas que sofrem com sintomas depressivos leves;
- Os serviços de saúde, pela potencial redução no ritmo de crescimento da demanda por assistência;
- A sociedade em geral, pelos potenciais efeitos na manutenção (ou queda no ritmo de perda) da produtividade, por exemplo.

Coordenacão: Vania Rodrigues Leite e Silva

Contato: vania.leite@unifesp.br